Crônicas do Armistício

Welcome to your Adventure Log!
A blog for your campaign

Every campaign gets an Adventure Log, a blog for your adventures!

While the wiki is great for organizing your campaign world, it’s not the best way to chronicle your adventures. For that purpose, you need a blog!

The Adventure Log will allow you to chronologically order the happenings of your campaign. It serves as the record of what has passed. After each gaming session, come to the Adventure Log and write up what happened. In time, it will grow into a great story!

Best of all, each Adventure Log post is also a wiki page! You can link back and forth with your wiki, characters, and so forth as you wish.

One final tip: Before you jump in and try to write up the entire history for your campaign, take a deep breath. Rather than spending days writing and getting exhausted, I would suggest writing a quick “Story So Far” with only a summary. Then, get back to gaming! Grow your Adventure Log over time, rather than all at once.

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O Resgate do Amigo

O Resgate do Amigo

Avangart III — 23º Beth 15

ELROS

O jovem bardo Elros e sua trupe de artistas viaja até o baronato de Lorde Baldur Tallari de Adalália. As notícias de um festival de primavera atraem caravanas de mercadores e plebeus bem como trupes errantes de turistas.

No caminho para Adalália, a caravana é obrigada a abrir caminho para um comboio de cavaleiros da Ordem de Adalália, a ordem de cavalaria principal de Lorde Baldur. No comboio, algumas carruagens de prisioneiros passam pela trupe e Elros reconhece, entre os cativos, um amigo: Malik.

Em Adalália, Elros ouve um boato de que prisioneiros serão executados de noite, após o auge da festa. Elros entreouve a conversa de dois cavaleiros rasos no momento em que ambos trocam de posto e segue um deles de volta ao forte da cidade, depois de descobrir que tentar passar pela porta da frente não seria possível.

Em sua aventura, Elros é capturado e levado às masmorras, onde encontra Malik. Acontece que Malik é um amigo da época em que Elros ainda atendia pelo nome de Maltus, Maltus Lanz, filho legítimo do Visconde Lorde Malak Lanz de Boca-do-Leão. Malik era o escudeiro do cavaleiro que sempre era designado para protegê-lo e a seus irmãos: Cav-Sen. Sir. Rogers.

Através de Malik, Maltus descobre que sua irmã, Matilda, estava tentando segurar-se no poder e oficializar sua “regência”. Ocorre que Maltus saiu fugido de suas terras depois que seu irmão Maltor foi supostamente envenenado. Não tendo sido diretamente acusado por seu pai, Maltus permaneceu como sendo o herdeiro legítimo e quando ele morreu, Matilda assumiu meramente uma “regência”. Para dar mais força a suas palavras, Malik disse, Matilda teria tirado sua mãe, Viscondessa-Consorte Tulia Lanz de seu refúgio, na esperança que sua mente frágil pudesse ser manipulada para invocar a antiga autoridade de seu falecido pai para suas decisões.

Chocado com os eventos, Maltus perguntou a Malik qual o papel dele nisto tudo e o prisioneiro o informou que ele havia tentado assassinar Matilda no dia de seu acolado (cerimônia de transformação em cavaleiro). Ele desgraçadamente falhou e foi perseguido, conseguindo escapar apenas pela ajuda de seu antigo mentor, o agora Cap-Cav Rogers. Estranhamente, ao chegar aqui viu-se vítima de uma busca, e infelizmente, fraco e sem recursos, foi capturado.

Neste momento, a conversa é interrompida pela entrada, na masmorra, de um velho cavaleiro vestido em armaduras cinzentas com uma capa azul celeste jogada por um dos ombros com um brasão incrustado e túnicas pretas. O velho de feições sérias, cabelos grisalhos compridos e expressão sábia dirige-se a Malik como se soubesse quem ele é. Ele é acompanhado por um rapaz de aparência cigana e olhos amendoados, vestido em uma armadura leve escura. Ele se apresenta como Belchior.

Depois de deixar uma cópia da chave da masmorra com Malik, Belchior diz-lhe que haverão cavalos para ele e seu amigo. Supostamente, Sir. Rogers deveria vir até o baronato de Adelália para ajudar Malik a escapar para o Vice-Condado vizinho, de Lorde Garibald. Belchior esperava que ele tivesse fugido de Matilda, e portanto estivesse sem cavalo ou equipamento, para melhor passar despercebido. Rogers, entretanto, nunca apareceu ou fez contato com Malik.

Belchior disse que seria melhor se fugissem durante a noite, no auge da festa, logo antes da execução, quando a maior parte da guarda seria transferida para a praça dos cadafalsos onde os pobres infelizes encontrariam seu destino. Seguindo a rota inversa à que Maltus fez, ambos conseguem escapar, mas não muito tempo depois os sinos de alarme tocam e não demora até que três cavaleiros estejam em seu encalço.

Na fuga, Maltus e Malik entram em um milharal e se perdem um do outro. Maltus segue até uma casa e é perseguido por um cavaleiro. Tomando refúgio na casa, Maltus e seu persguidor lutam. Durante a luta, a casa pega fogo e o cavaleiro, pirofóbico, foge as pressas, dando a Maltus uma chance de escapar mais uma vez pelo milharal, seguindo os sons e sinais luminosos de luta. O cavaleiro logo se recupera e volta a persegui-lo.

Durante a perseguição, Maltus entra em uma clareira no milharal (provavelmente formada durante a luta) onde Malik, Firo e um cavaleiro estão lutando. Devido ao seu momento, Maltus colide com Malik e seu perseguidor colide com o cavaleiro lutando na clareira. Durante a confusão, Maltus, Malik e Firo encontram oportunidade para fugir.

Em sua partida Belchior os espera próximo aos cavalos, com sua lança cinzenta. Firo o mata com um único golpe de sua foice, dando a impressão que o velho queria ser morto.

FIRO

Firo termina de limpar os estábulos e prepara-se para treinar com Prim-Cav. Sir Lorde Belchior Yamar, seu benfeitor e protetor. O treinamento é duro e chato, como sempre. Logo após o treino, Firo vai tomar banho e é informado por Sir. Belchior que o acompanhará até Adalália. Corre o boato que prisioneiros serão executados.

Chegando em Adalália, Firo e Belchior vão até as masmorras, onde Belchior choca Firo ao fornecer uma cópia das chaves para um prisioneiro. Indignado, no caminho de volta, Firo o confronta para saber porque ele está jogando fora tantos anos de trabalho impecável sob a Ordem de Adalália por causa de um estranho sujo e jogado. Porque prejudicar não apenas a vida dele, mas a de todos ligados a ele com uma suspeita de traição.

Belchior diz a Firo que há coisas mais importantes que a vida de uma ou umas pessoas, que a Paz do Armistício protege milhares, até milhões de pessoas ao redor do mundo todos os dias, e isto e maior que ele mesmo. Sem entender, mas cheio de ímpeto e indignação, Firo oferece ao velho a opção de tomar seu lugar desde que o velho concorde em cuidar de sua irmã Helena e arranjar-lhe um bom casamento. Belchior então dá a Firo o ponto para onde os cavalos devem ser levados e não diz mais nada.

Em sua espera, Firo percebe que os alarmes soaram cedo demais. Na tentativa de facilitar a fuga, ele desloca-se pela pequena estrada de terra batida ao norte de Adalália em direção à cidade, onde encontra cavalos estacionados próximos a um milharal, guardados por um jovem em armadura avermelhada. Desacordando o guarda, Firo entra no milharal e decobre Malik sendo encurralado por outro guarda. Durante a luta, Maltus, seguido por outro guarda, entra no meio da luta e os guardas colidem uns com os outros, dando aos três a chance de fuga.

Durante a fuga, Firo encontra Belchior perto dos cavalos e percebe qual o objetivo do velho. Sabe que se ele não estivesse aqui, fazendo seu trabalho, todos desconfiariam. Tudo ruiria. Incapaz de voltar atrás em sua decisão, agora, Firo faz a única coisa que pode: Ele ataca Belchior, mesmo sabendo o resultado final. Belchior se deixa ser morto e o grupo foge da Ordem de Adalália.

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Imprevistos na Floresta

Imprevistos na Floresta

Avangart III — 23º Beth 16

Depois da fuga de Adalália, Firo, Maltus e Malik seguiram pelos rumos da estrada norte, até que a estrada começou a se dissolver no meio de pedras e mato à medida que o grupo entrava cada vez mais fundo na floresta ao norte do baronato.

Tomando à frente nas decisões, Firo decide que é melhor descer dos cavalos e ir a pé. Como é final de primavera, o degelo das árvores está deixando o terreno escorregadio, além do mais, muitos animais perigosos da fauna nativa estão saindo para comer depois de um longo e duro inverno. Caso não seja possível controlar os cavalos, eles poderiam se machucar, portanto o melhor mesmo a fazer é descer das montarias e continuar andando.

Ande de seguirem, entretanto, Firo coloca Maltus e Malik contra a parede e os pressiona a contar todos os detalhes da fuga. Eles abrem o jogo e resumem a história sobre Matilda, o envenenamento de Maltor e a sucessão de Lorde Malak e o papel de Maltus nisto tudo. Ele diz que com a morte de Lorde Malak, e sem que ele tenha tirado de Maltus a condição de herdeiro legítimo mas sem que se tenham realizados todos os ritos de sucessão, os vassalos estão agora com suas lealdades divididas entre a regência de Matilda e a autoridade legítima porém não sancionada em virtude da morte do pai e da fuga. Firo continua achando que tem mais sobre tudo isto, mas por enquanto aceita as informações que lhe são dadas e os três seguem adiante pelo bosque.

No meio da floresta, ainda perto da estrada mas longe o suficiente para o terreno ser floresta fechada em todas as direções, Firo detecta tremores do solo. Analisando melhor ele verifica que se trata de um grande número de pessoas, algumas a cavalo, próximo da direção de onde vieram, e se aproximando.

Incapazes de cavalgar rápido o suficiente naquele terreno fechado que nenhum dos três conhece bem, eles decidem tirar os alforges dos cavalos, mandá-los para longe e esconder-se em uma gruta próxima. O relinchar dos cavalos assustados apressa o passo da patrulha que já estava vindo na direção deles.

Quatro cavaleiros e um tenente cavaleiro encabeçando uma patrulha de cerca de 40 guardas armados aparecem no local. O tenente designa grupos de plebeus a seus subalternos para que façam uma busca da área. Apesar de detectarem as trilhas dos cavalos assustados, os perseguidores não mordem a isca, percebendo que são trilhas muito rasas, indicando que foram feitas por cavalos com muito pouco peso das costas.

Encurralados, Maltus e Firo decidem cooperar em um plano bastante mirabolante. Maltus veste-se com as armaduras de Firo (sendo o mais capaz em artes performáticas) e tenta sutilmente inserir-se em meio à patrulha que está realizando as buscas. Sendo bem-sucedido em inserir-se, Maltus desesperadamente tenta espalhar desconforto pelas tropas (e principalmente incutí-lo no comandante) com a possibilidade de que estejam perdendo tempo naquele lugar enquanto outras patrulhas ganham o crédito.

O tenente-cavaleiro encarregado daquela patrulha fica visivelmente perturbado, mas antes disto designa dois plebeus para fazerem buscas mais além, exatamente em frente à gruta onde Firo e Malik estão escondidos. Felizmente, um dos “plebeus” designados para a busca é Maltus. Ao chegarem na localidade, o plebeu percebe que a armadura de Maltus é de misril, um material bom condutor de Ikor, característico de armaduras da Nobreza. Neste momento, Firo e Maltus agem rápido e imobilizam o homem antes que ele possa gritar alguma coisa.

Sutilmente insinuando-se de volta no meio da patrulha, Maltus informa que está tudo limpo e que eles podem ir. O tenente, já impaciente para continuar as buscas em outro lugar não faz mais perguntas. Maltus aproveita a marcha da patrulha e vai se deixando ficar lentamente para trás.

Enquanto isto, de volta na gruta, Firo e Malik pensam o que fazer com o plebeu capturado. Eles o amarram e aguardam a chegada de Maltus. Quando ele finalmente retorna ao ponto de encontro, Firo, Maltus e Malik o interrogam e Firo descobre que ele é filho de Príamo, um rapaz que trabalhava na casa do falecido Belchior. Com a morte do cavaleiro, as coisas estão incertas para todos na casa, mas Sir. Lord Leoric (herdeiro de Belchior) está tentando organizar tudo.

Firo diz ao homem que eles vão libertá-lo e dá-lhe duas opções. Ele pode ir correndo para o nobre que o arrastou para esta floresta suja e perigosa, ou ele pode voltar para sua família e fazenda. Firo mencionou ainda, casualmente, que caso ele se sentisse tentado a tomar a primeira opção, ele sabia exatamente onde o homem morava, quem era sua família e a quem ele devia respeito. O homem correu para a direção onde estava a estrada por onde eles tinham vindo.

Com o Sol já se aproximando das dez horas da manhã, os três pararam para comer alguma coisa. Maltus assoviava alguma coisa enquanto comiam um pouco pão dos alforges. Malik reconheceu a música como sendo uma das que Lady Túlia cantava para seus três filhos quando ainda eram jovens. Firo menciona ironicamente que é bom que ele ainda se lembre da mãe enquanto desconfortavelmente esfrega o sangue seco de Belchior de suas mãos. Ele lhes conta que fugiu de sua antiga morada e passou muito tempo sem rumo até Belchior o encontrar e a sua irmã.

Mudando de assunto, Malik diz que eles precisam encontrar o Rio Cinzento, que representa a divisa entre as terras de Lorde Baldur e Lorde Sélvin. Lorde Sélvin é conhecido por ter sido um dos grandes amigos pessoais de Lorde Malak, pai de Maltus, e representa a melhor possibilidade de auxílio. Antigamente, o trânsito entre os dois baronados era feito através de uma ponte localizada no bosque. Com o tempo, uma ponte mais nova e mais moderna foi construída mais ao oeste, fora da floresta. Malik esperava poder usar a ponte antiga para entrar despercebido nas terras de Sélvin.

Quando terminam de comer, os nosso queridos protagonistas deixam o lugar onde estão e começam a entrar em um lugar onde ossos espalham-se pelo chão. Um uivo enche o ar e Maltus decide (sabe-se lá por quais regras da lógica e do bom senso) uivar de volta. Outros uivos são ouvidos todos em volta deles e todo mundo decide sabiamente sair de lá da forma mais silenciosa possível.

Um pouco mais à frente, quando já estão longe, os heróis aceleram mais o passo e ouvem um rosnado atrás deles. Virando-se se deparam com um lobo do tamanho de um urso, com dentes curvos como cimitarras amareladas à mostra com os lábios franzidos e a saliva pingando. Firo tenta intimidar o lobo gigante com seu Anima e sua presença de espírito, uma manobra que é ajudada pelo fato de o cansaço e o azar o ter emputecido consideravelmente. Assim que Maltus e Malik se livram do esforço de não sujar as calças, eles passam a ajudar Firo com suas próprias Animae e caras de mal.

O lobo eventualmente cede e passa a olhar Firo como um líder. Maltus dá-lhe de comer um pouco de carne salgada, empacotada nos alforges. EM uma manobra altamente planejada e indiscutivelmente deliberada, Maltus dá ao lobo um pouco mais de carne até que ele tenha sede e os três seguem a fera gigante até o rio. O Rio Cinzento.

Intimidados pela presença de mais lobos e (logo abaixo no rio) alguns cavaleiros enchendo seus cantis, os três fugitivos decidem esperar um pouco mais longe. Passa-se uma razoável quantidade de tempo e um pouco de discussão para que eles decidam seguir o rio no sentido leste, em busca da velha ponte.

Eles seguem um bom pedaço de rio, observando algumas coisas importantes. Em alguns pontos, as margens do rio são mais altas que o nível da água. Mesmo nas regiões onde isto não ocorre, entretanto, o rio tem quase 50m de largura e é caudaloso demais para que uma travessia a nado seja uma possibilidade, ainda mais com os alforges e as armaduras de Firo.

Com a noite caindo e os três passando quase que vinte e quatro horas em claro, com o peso dos alforges e falta de comida e equipamento, eles decidem acampar na margem do rio, logo rente a um aclive que poderia escondê-los de alguém olhando da floresta.

Maltus consegue pegar um peixe mas antes que eles possam comer, o grupo é surpreendido por uma patrulha. Os três fogem até um acentuado declive e descem por ele rapidamente. Dois dos cavaleiros, que estão a cavalo, não vêem o declive e sofrem quedas bastante desagradáveis. Os outros três, entretanto, desmontam a tempo e continuam seguindo-os a pé. A tropa de plebeus permanece para trás, auxiliando-o os cavaleiros que caíram no rio a subirem de volta à margem e neste momento são surpreendidos por três lobos gigantes emputecidos por aquela quantidade de pessoas armadas terem entrado em seu território.

Os três cavaleiros (entre eles o tenente da patrulha, vestindo uma capa branca e uma armadura acinzentada) alcançam os heróis e uma luta se desenrola. Malik consegue incapacitar um, Firo fere gravemente outro e Maltus fere consideravelmente o tenente.

Antes que os fugitivos possam finalizar os cavaleiros, entretanto, a patrulha consegue derrotar os lobos e seguir para o local da batalha. Em visível desvantagem numérica, os três aproveitam a resistência dos adversários em seguirem com a batalha (claramente aliviados pelos reforços estarem a caminho) para bater em retirada.

Durante a fuga, eles encontram a velha ponte, que está em estado absolutamente decrépito. Na tentativa de atravessar, Firo quebra uma das tábuas e prende a perna na ponte. A comoção para desvencilhar o jovem hegemon desta armadilha improvisada é mais do que a velha estrutura (embora seja bondade chamar aquilo de estrutura. Gambiarra seria mais apropriado) é capaz de suportar e a ponte se parte em uma das extremidades.

Os jogadores ficam pendurados no que resta da ponte, mas mesmo esta desintegra-se ainda mais, jogando os três no Rio Cinzento. Incapazes de subir pela borda, os três simplesmente dividem sua atenção entre não se afogar e maldizer os outros.

O fluxo do rio torna-se cada vez mais voraz até que a Cachoeira da Discórdia torna-se visível. Malik é surpreendido por um súbito aumento na força da correnteza e tem sua cabeça jogada contra uma pedra, ficando inconsciente no processo. Maltus esforça-se para agarrá-lo e Firo tenta agarrar-se a Maltus e usar Vex, sua foice, para deter o avanço em direção à queda d’água rugindo à sua frente.

Infelizmente para os três, os esforços de Maltus meramente retardam o processo e os três acabam sendo tragado pela fúria da cachoeira, desaparecendo nas espumas alvas de suas águas, coroando o final de mais um dia de desventuras.

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